A celebração é contínua, a qualquer momento.Só bebo Champagne quando estou feliz e quando estou triste. Ás vezes, bebo quando estou sozinho. Quando estou em companhia, considero obrigatório. Bebo um golinho se não estou com fome e bebo quando estou com fome. Caso contrário nunca toco nele, a não ser que esteja com sede.”

quarta-feira, 16 de maio de 2012

E a discussão continua................

Cá estamos nós, amor faça juz, a quem ama em paz, luzes da mesma luz............

E novamente para aumentar e apimentar nossa discussão, gostaria de dividir algumas alucinações que tive hoje e por que não dizer, interessantes demais.

Pois é, gradativamente ouvimos, discutimos, lemos e nunca se chega a verdade dos mistérios que nos rodeiam, por isso, é fascinante o mundo do vinho, que nos remete as mais exageradas descobertas e nos fascina o momento em que podemos exacerbar nossos conhecimentos.

Quanta filosofia, pra dizer que tive hoje uma experiencia interessante.

Faz tempo que discutimos sobre vinhos de qualidade, nacional x importado, preços, impostos, salvaguardas, serra gaucha, velho e novo mundo, sommeliers, enochatos, poxa, quanta coisa.

Fui fazer compras no supermercado, temperatura de 15° C, e estava há 1 dia e meio sem colocar uma gota de vinho na boca, e me deparei com coisas no mínimo interessantes e intrigantes.

A loja onde fui, grande comprador de vinhos do passado, com promoções para se conhecer de verdade, e onde mergulhei e fui conferir.

Vinhos franceses, italianos, portugueses, espanhóis, até argentinos, "pasmem", e eu, louco para degustar um Pinot, que há muito tempo não o fazia. E por que Pinot? Os especialistas acham uma uva meio sem graça, coadjuvante, sei lá............................

Tenho planos de conhecer os vinhedos da Califórnia, fazer a rota dos vinhedos de moto, degustar todos os Pinot's que encontrar e me deleitar com esse prazer.

Pois bem, voltamos ao supermercado, entro na adega e me deparo com os vinhos que citei acima, com preços menores de R$ 20,00, isso mesmo, acreditem.

Fiz a festa, 1 Chianti (DOCG), 1 portugues (DOURO), 1 francês e 1 argentino, Pinot, de curiosos R$ 13,90 que quando vi, disse para mim mesmo - isso é uma mer................

Fui para casa, pus na adega e esperei alguns minutos................

Ledo engano............

Rubi intenso, brilhante, muito floral (o que se espera do Pinot), jovem, fresco (2011), madeira tipo aviação (rs), passou longe, 13,5 º GL de graduação.


Que surpresa agradável.........................

Os nacionais, todos acima de R$ 25,00..............

E porque estou registrando aqui o meu testemunho? Simples, só quero dizer que estamos no caminho de poder beber um vinho do cotidiano sem ser mediocre.

Escolhi o Pinot porque não quis me aventurar demais, mesmo se tratando de uma uva que amo de paixão, por suas características, sua sensibilidade e como devemos trata-la.

A Pinot Noir é uma das uvas mais complexas do mundo do vinho. Manuseá-la nas vinhas exige muito trabalho e, para prova-la, é necessário uma compreensão diferente das que temos normalmente sobre outros vinhos tintos. Digamos que ela é a mais sensível de todas as damas do vinhedo, essa é minha opinião.

Amanhã degusto os outros, talvez o portugues, para quebrar um pouco a semana e continuar bem até o fim dela.

Abraços e salute a tutti!!!!!!!!!!!!



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