A celebração é contínua, a qualquer momento.Só bebo Champagne quando estou feliz e quando estou triste. Ás vezes, bebo quando estou sozinho. Quando estou em companhia, considero obrigatório. Bebo um golinho se não estou com fome e bebo quando estou com fome. Caso contrário nunca toco nele, a não ser que esteja com sede.”

terça-feira, 1 de maio de 2012

Quanta balela

Desde criança, aprendi que o ato de beber vinho, sempre foi acompanhado de celebrações, uniões, comemorações e também, comunhões.

De lá para cá, houveram grandes transformações e o vinho se transformou em alguma coisa quase que inatingível, pois, os "grandes conhecedores" fizeram questão de distanciar as pessoas normais dessa bebida extraordinária.

Pois bem, hoje, lendo o blog do meu amigo Lona, o qual dedicou e dedica sua vida a elaboração de vinhos, postou sua opinião que, de certa forma, comungo dela, desde o 1º dia que degustei meu copo de vinho.

Já disse antes que; o melhor vinho é aquele que você gosta e lhe dá prazer, nada mais verdadeiro.


Aqueles enochatos quando degustam, vem com descrições psicodélicas, notas, palavras difíceis e bla, bla, bla, bla...........

Parecem que estão diante de uma coisa extraterrestre, ditando regras para nós, que se não fizermos, estamos errados, e ai, não se deve beber o vinho.........


Tanto faz o vinho, se o que conta são as celebrações, ou não, o dia a dia pode ser uma celebração, à vida, à família, por estar vivo, à vida.

O vinho é o sentimento, é a sensibilidade do querer expressar e sentir todas as emoções presentes dentro de cada um.


Acompanho algumas degustações por ai e vejo pessoas como se fossem juizes, como se a opinião deles estivesse acima da lei, postura estressante para quem o faz e chata para quem assiste. 

Lona, lembra do Baron de Lantier, safra 99, Grand Millésime, Cabernet Sauvignon?


Pois é............Que momentos nos marcaram este vinho, imagino para você, que elaborou e cuidou para que ele vivesse os momentos que viveu. 

Marcou o evento e inauguração da Adega do Café Journal, o qual fomos responsáveis e patrocinadores, com a presença da mídia e também alguns conhecedores ligados ao vinho, entre eles, Reginaldo Leme, Lopes, entre outros.
reginaldo Leme, Eu, denis e Carlinhos
Reginaldo Leme, Eu, Denis e Carlinhos
Baron de Lantier,
Cabernet Sauvignon, 1991
Grandes momentos em que não esquecemos.


Baron de Lantier
Cabernet Sauvignon
Grand  Millesime, 1999











As intermináveis taças de Espumante De Greville que tomamos, brindando nosso sucesso e consolidando como o melhor do Brasil.

Não me canso de dizer, assim como você prega, os momentos são impagáveis, e todos eles, o  vinho estava lá, fazendo sua parte, nos consumindo de emoção e dizendo o quão importante são esses momentos.

Portanto, as favas esses ditadores de consumo e coronéis do paladar. Brindamos aquilo que nos mantém sempre com este espírito.


Gosto de beber vinhos e espumante, sempre, sempre, senão na companhia de pessoas, com a minha companhia, regado à musica, charuto, por do sol, boa comida, etc, etc, etc........

Um comentário:

  1. Show amigão, ainda não tinha visto esta matéria.

    Saudades desta época!

    Abraços meu querido!

    Carlinhos.

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